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Carinhos cruzados - Troca de incentivos em forma de poemas

 
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Quem é o melhor destes poetas?
Arlete Piedade
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Acas
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João da Praia
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Denise
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Cambeta
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Total de Votos : 2

Autor Mensagem
Arlete Piedade



Registrado em: 29 Jan 2009
Mensagens: 6
Local/Origem: Santarém

MensagemColocada: Qui Mar 12, 2009 4:51 pm    Assunto: Carinhos cruzados - Troca de incentivos em forma de poemas Responder com Citação

Carinhos cruzados

Troca de incentivos em formato de poemas entre os colaboradores do jornal Raizonline, iniciados pelo ACAS – António Carlos Afonso dos Santos desde S. Paulo – Brasil e o João Furtado da cidade da Praia – Cabo Verde a que se associou Arlete Piedade, desde Santarém – Portugal...

Fica o apelo a todos que nos lerem neste fórum, para responderem na forma literária que desejarem, sejam colaboradores do jornal, ou visitantes, bastando para isso que procedam ao registo no fórum.

Grata a todos e boa inspiração,

Arlete Piedade

O Acas começou por escrever um e-mail dirigido ao João Furtado onde elogiava as suas capacidades de escritor e contista e este respondeu assim:

ACAS não me faças acreditar
Que sou de verdade escritor
Se sem conseguir, tentei ser pintor
E a cor na parede bem ditar

Tentei também ser, sem sucesso, pedreiro
E construir minhas próprias casas
Bem… também quis voar, mas sem asas
Pouco mais fui que simples obreiro

De todas as profissões do mundo
Nenhuma foi minha enfim, rapaz
Agora queres fazer de mim escritor

Olha amigo que sou mui bom actor
Com todo este elogio sou capaz
De me embalar neste mar profundo!

João Furtado

E respondeu o Acas deste modo:

Ainda que mal lhe dissesse
Verdade que deve ser dita
Você é escritor de pompa
De Deus, teve graça bendita

Se você nunca foi pintor
Por uma graça de Deus
Espalhou amor em Português
Até aqui, na terra dos meus

Se você nunca foi pedreiro
Nem voou, nem fez casa
Deve servir para nos ilustrar

Serve de cronista faceiro
Tens na imaginação, asa
Tens seu exemplo, para nos dar

E respondeu o João Furtado com este belo poema em que descreve Cabo-Verde, através das mulheres de cada uma das Ilhas, em resposta ao Acas:

Acas mais uma vez obrigado
pelo gentil soneto enviado!
Pediste a Africa lusofona
e um pouco de lusofonia asiatica,
e eu cá uma ideia tive
de geograficamente o mapa
deste pequeno e pobre pais te enviar!
Todo ele de saias vestido
para que além da Praia Capital
conheças até a despida Santa Luzia,
Conheça o...:



CABO VERDE FEMININO

Se pudesse escrever
Um poema de amor
E no poema de amor
Cantar o meu amor por ti….
Mulher de Cabo Verde

Ida que com dor
Ou com tristeza
Ou simplesmente sem alegria
Cantaria o meu amor por ti,
Mulher de Cabo Verde

Se pudesse escrever
Com alegria e morabeza
Com morna e coladeira
Com batuque e funana
Cantaria o meu amor por ti
Mulher de Cabo Verde


Com cola e contra-dança
Tu mulher de cabo verde
Com tabanka e festivais
Escreveria o meu poema por ti
Mulher de Cabo Verde


E no meu poema,
No meu poema, no poema
Que não sei escrever,
Que nunca poderei escrever….
Se pudesse cantar, cantar a tua beleza
Tu mulher crioula, tu mulher Cabo Verdeana
Ai se eu fosse poeta….
Escreveria o meu poema por ti
Mulher de Cabo Verde


Tu mulher de são Antão
Tu crioula bonita e exótica
Tu mulher de montes e vales
Te cantaria no meu poema
Se soubesse escrever
Ai se eu fosse poeta…
Escreveria o meu poema por ti!
Mulher de Cabo Verde

Se eu fosse poeta
E escrever soubesse e pudesse
Te cantava e escrevia…
Escrevia um poema onde
Tu mulher citadina
Tu mulher que passas as noites
As belas noites de luar
A volta da praça, num vira e vira
Tu mulher de Mindelo
Tu São-Vicentina cosmopolita
Tu mulher da cidade de Mindelo
Como te cantaria, se soubesse ser poeta!

Mulher de Cabo Verde

Se eu pudesse escrever
E fazer um poema
Te escrevia no meu poema
Tu mulher de Boavista
Tu que entre dunas e areias
Imaginas e sonhas o amor
Do marinheiro encalhado
Que jamais voltou
Tu bela e mui desejada crioula!
Escreveria o meu poema por ti!
Mulher de Cabo Verde

E tu Mulher do aeroporto
Salgada morena crioula
Doce contraste do sabor
Ai se eu fosse poeta
Te veria antes que quaisquer turistas
E te pintava na minha tela
Em palavras que não sei escrever
Tu do Sal a minha crioula
Ai se eu fosse poeta…..
Escreveria o meu poema por ti!
Mulher de Cabo Verde
Crioula e morena
Filhas do grande Chiquinho,
Poeta de nome e fama
Como dizer porque não vos escrevo
No poema que não faço
Se tu mui vezes fostes
Sem duvidas inspiração
Nas noites e nos dias inspiradores
Dos muitos poetas que a ilha já teve
Tu mulher de são Nicolau
Como não cantaria o teu amor
Se eu fosse poeta?
Ai se eu fosse poeta e soubesse escrever….
Escreveria o meu poema por ti!
Mulher de Cabo Verde

Se soubesse escrever,
Ai se soubesse escrever
Maio, minha querida ilha esquecida
Tua mulher cantava sem duvidas
E fazia dela o meu amor
Morabeza e formosura
Pequena ilha, mulheres bonitas
Ai se eu fosse poeta….
Escreveria o meu poema por ti!
Mulher de Cabo Verde


Tu Santiago, tua mulher Badia
Formosa esquia e trabalhadora
Batucadeira e mãe, lavadeira
E peixeira, mulher de vida dura
No campo a enxada
Na Praia o balaio e a rabidança
Se pudesse cantar e escrever
Um hino te faria
Tu Badia do meu coração
Tu meu amor de sempre,
Tu minha mulher badia querida
Como te cantaria se eu fosse poeta
Ai se eu fosse poeta………...
Escreveria o meu poema por ti!
Mulher de Cabo Verde

E tu mulher de Fogo
E tu mulher de Brava
Escaldantes mulheres bonitas
Dum lado o Vulcão e do outro o Cismo
Loucuras não vos faltam
Mulheres crioulas e doces e quentes
Mas como escrever
Se não sei e nem sou poeta!
Se eu fosse poeta
Ai se eu fosse poeta…
Escreveria, podes crer que escrevia
Ai se eu fosse poeta………
Escreveria o meu poema por ti!
Mulher de Cabo Verde

Tu mulher que não existes
Que nunca exististe
Tu mulher de Santa Luzia
Tu que és a minha imaginação
Formosa negra e morena
Sereia dos cantos e das lendas
Nas noites de luar
Coroada em ouro
E banhada no azul celeste
Tu mulher que não existe
Tu mulher da ilha despovoada
Santa Luzia, mulher da minha imaginação
Ai se eu fosse poeta, te escreveria e cantaria
Tu da desértica ilha despovoada!
Ai se eu fosse poeta…………
Escreveria o meu poema por ti!
Mulher de Cabo Verde

Se pudesse escrever
Um poema de amor
E no poema de amor
Cantar o meu amor por ti….
Mulher de Cabo Verde



João Furtado


Aqui entra Arlete Piedade, dirigindo-se aos dois e também ao Daniel Teixeira, que me solicitou a publicação destes carinhos poéticos aqui no Forum:

Carinhos emparelhados

Tantos carinhos trocados
Em versos emparelhados
Estilos diversificados
Ora livres ora rimados

O Acas versa aos Furtados
Que eles são bem apanhados
Um clã de afortunados
Não que sejam endinheirados
Mas são muito admirados

O avô versa aos netos amados
Conta histórias de antepassados
Das mulheres e de seus fados
Das lutas e dos seus fardos
E dos homens apaixonados

O Acas retruca, engraçado
O sangue brasuca misturado
Língua e sentimento aflorado
Saudades do tempo passado
Tudo muito bem caldeado…

E o Daniel esse, atrapalhado
Para publicar, solicitado
Pois…vira-se para que lado?
Para Santarém é enviado
Um belo fardo albardado…

E aqui fica já declarado
Que vou enviar o chamado
Seja em prosa ou rimado
E quem for desenrascado
Mande lá o seu recado….

Arlete Piedade

E agora é a sua vez caro visitante...ficamos a aguardar.



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Arlete Piedade a Fada das Letras
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JOAO FURTADO



Registrado em: 27 Jan 2009
Mensagens: 2
Local/Origem: PRAIA/CABO VERDE

MensagemColocada: Qui Mar 12, 2009 5:34 pm    Assunto: Para Arlete Piedade, minha ilustre Amiga e não só ! Responder com Citação

Arlete

De ti não esperava afronta tamanha
Tu minha madrinha Arlete piedade
Nunca tive, juro, tanta necessidade
De escrever assim com tanta manha

O ACAS por cá a me fazer sentir
Que de Cabo Verde nesta pouca idade
Tenho não tão pouca responsabilidade
E eu por cá… bem até posso mentir

E por mundo todo néscio … ufanar
Sou escritor e posso um dia ser poeta
Mas onde iria, pernas curtas tenho!

E Arlete te condeno por este desenho
Por ti pintado… não tenho moeda
Será justo, digo, comigo tempo danar?

Joao Furtado


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ACAS



Registrado em: 13 Mar 2009
Mensagens: 4

MensagemColocada: Sex Mar 13, 2009 10:24 pm    Assunto: Responder com Citação

Arlete que fada és inda que sem condão
És a responsável por uma bela porfia
Verás como atiram bem Acas e João
Com canhões que lançam flores e poesia

Jamais verás, oh lusa de Santarém
Cruzada de guerreiros como nós
Cabo Verde se alia ao Brasil
Nos defende a padeira de Badajóz

Os desafetos estão à espreita
Tanta inveja, quanto desatino
A vontade de pelejar justa guerra
Comandados pelo luso de Portimo


De Macau a caravela já não enfuna
De Goa já não vem tanta riqueza
De Angola vem o ágape bem servido
De Moçambique vem a sobremesa

Do Timor, do ocidente da Índia
Vem o som da língua portuguesa
Éla, a mais fina flor do Lácio
Nos encanta com a sua sutileza

Ora, venham latinos, venham todos
Português, a língua que se esmera
Vem vindo nova luz no Raiz on Line
A situação atual ainda não desespera


Pra difundir nossa língua
Vale todo sacrifício
Começa por necessidade
Depois prossegue por vício

Um dia sem escrever
É um dia não vivido
É o inocente caindo
Na lábia do bandido

Se da métrica não me ative
Neste poema de improviso
Só não usei redondilhas
Não que delas não preciso

Navegar um dia foi preciso
Muito mais do quê viver
Difundir é mais que preciso
Pra cultura não morrer

Vou terminar estes versos
De um jeito não ortodoxo
Sei que não sou bom poeta
Mas tentar; tentar eu posso.


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Arlete Piedade



Registrado em: 29 Jan 2009
Mensagens: 6
Local/Origem: Santarém

MensagemColocada: Dom Mar 22, 2009 3:13 am    Assunto: Fada Lusa Responder com Citação

Não sei se tenho o condão
a varinha já está partida
mas ainda tenho a paixão
duma poesia bem servida!

Hoje foi o seu dia dedicado
por quem manda na cultura
teve tudo menos esse lado
não avistei ninguém á altura

Teve até largadas de touros
e os mesmos curiosos a ver
mas quem recolhe os louros
são os mesmos! - Tá-se a ver!

Aqui onde já viveram mouros
A sarna é sempre a mesma
Sejam copas, sejam ouros
a vida é sempre uma lesma!

Anda tudo devagar ao sol
é tudo a mesma mesmice
tudo ao passo do caracol
tudo na mesma burrice!

Enfim amigo Acas que digo
lá dos confins do império
descobrimos por lá um figo
que é um repórter a sério!

Olha que ele trilhou veredas
que lembram antepassados
pelos caminhos das sedas
por mares antes navegados

seguiu o Gama e o Camões
nessas rotas aventurosas
pelo Alentejo deixou paixões
em Macau, encontrou rosas!

Uma linda chinesinha amou
e então resolveu ficar por lá
com a donzela oriental casou
e deixou a cidade natal, cá!

Sabes de quem estou a falar?
Não querias saber dos lusos?
Sabes que foram-se espalhar
aí no globo, por todos os fusos

Este então de que te falo, amigo
é mesmo um viajante incansável
vai visitar outros países e o sigo
porque é um cavalheiro amável!

Nasceu em Évora, cidade alentejana
mas na Tailândia e Macau, é chinês
Kam Bei Ta (Cambeta), ele se chama
No Raizonline, suas crónicas, vês!

João, Acas e António Cambeta! Agora é a sua vez! Aqui fica desafiado, pelos poetas do Raizonline, nós os três!

Arlete Piedade



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Arlete Piedade a Fada das Letras
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JOAO FURTADO



Registrado em: 27 Jan 2009
Mensagens: 2
Local/Origem: PRAIA/CABO VERDE

MensagemColocada: Ter Mar 24, 2009 12:16 pm    Assunto: CABO VERDE, OUTRAS ILHAS Responder com Citação

CABO VERDE, OUTRAS ILHAS

Enquanto do Oriente bem esplêndido
Esperam a resposta a Arlete Piedade
O Acas e eu, nesta calma ansiedade
Venho eu cá com um simples pedido!

Virem as vossas longas antenas
Não para Cabo Verde Atlântico
Por mundo fora já conhecido
Que já não somos dez ilhas apenas!

Muitas ilhas pelo mundo já criamos
Desde Angola África pura e bendita
Até Zurich e outras europeias cidades

Se a porta tivemos sem duvidas necessidades
Com trabalho e dignidade e obra dita
Não existe jardim onde flores não plantamos!

João Furtado


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denise severgnini



Registrado em: 20 Abr 2009
Mensagens: 1
Local/Origem: NOVO HAMBURGO/RS/BRASIL

MensagemColocada: Seg Abr 20, 2009 2:31 pm    Assunto: Responder com Citação

Conhecendo Raiz On Line

Raiz On Line surge como trombeta
Alardeando ao mundo poesias
Tem Acas, Arlete, João, Cambeta
Menestréis das letras em magias

Acas, conheço de outros carnavais
Poeta mestre do caipira esplendor
Exalta o puro, em singelos madrigais
Vate amigo, ilustrado de muito valor

Arlete, cara amiga, Fadas das Letras
Nossos caminhos cruzam-se novamente
Companheiras, somos de sublimes retretas
Nos trilhos da Internet poeticamente...

Não conheço os amigos Cambeta e João
Mas prometo esta deficiência sanar
No Raiz On Line, oportunidades virão
Para a obra dos dois eu poder apreciar

Denise Severgnini


(Gosto de rima, mas não de métrica.Sou anarquista das letras)









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Denise Severgnini

Criatividade é imaginar!
Plágio não é nada!
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Arlete Piedade



Registrado em: 29 Jan 2009
Mensagens: 6
Local/Origem: Santarém

MensagemColocada: Qui Abr 23, 2009 12:49 pm    Assunto: Acas Responde a Denise Responder com Citação

Denise, bem vinda és de fato
Nós nos ufanamos pela sorte
De ter-te em nosso desafio
Eu, sabes que vim lá do mato
A minha bússola indicava o norte
Mas eu estava com grande fastio

Chegou a gaucha gaudéria
Poetando, mensagem séria
-Vou apresentá-la ao João
Um assodado e culto escritor
Que vive na cidade de Praia
Que de Cabo Verde é capital
O João é mestre das letras
Do Português, de receita
Das comidas, dos costumes
O João se diz muito pobre
Mas ele tem a alma nobre
Ele irá bem recebê-la, vê-de
Ele faz sempre com maestria
Muita crônica, conto e poesia
Para as mulheres de Cabo Verde

Cambeta nos relata as minúcias
Das novas terras em que se embrenhou
Relata com argumentos e astúcias
Histórias de terras nunca dantes navegadas
Expande assim o universo lusófono
Ainda que na Ásia esteja
Conta a história benfaseja
Do povo luso, aventureiro, oh pá!
Fala um pouco dali, um pouco de lá
E nos mostra a Ásia lusófona
A todos os brasucas de cá

A Arlete que Fada é na vida
Das Letras e de Portugal
Tem arroubos qual os brasucas
Quando alguém nos trata mal
Toma sua vara de condão
Regida pelo Pessoa,
Faz versos elavra contos
Desde os tempos de então
Ela entusiasma o Acas
Esse véio e menino
Que começa chorando um verso
Depois o acaba sorrindo

ACAS


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Arlete Piedade



Registrado em: 29 Jan 2009
Mensagens: 6
Local/Origem: Santarém

MensagemColocada: Seg Abr 27, 2009 12:38 am    Assunto: Fada responde a Denise e Acas Responder com Citação

Meus amigos, mesmo ensonada,
aqui venho a vós todos desejar
com muitos beijinhos desta fada
que está quase já a cambalear

De sono e junto muito cansaço
que são já horas de ir dormir
mesmo não sabendo o que faço
tinha que ainda ao forum vir

Para vos puder notícias deixar
do nosso amigo Cambeta chinês,
ele tem um problema para tratar
e só depois é que volta outra vez!

Tem que fazer uma cirurgia á mão
que tem uma contratura a tratar
vai ser operado em Maio em Macau
e depois de estar bom, vai voltar

Até lá fica de fora da rede virtual
mas nós sempre iremos publicando
notícias que no seu blog, afinal
para os amigos ele está deixando.

Denise querida e Acas meu véio...
João escritor de contos para sonhar
Daniel, para rimar, chamo-te feio...
e agora desculpem, vou-me deitar!

Beijos a todos e uma boa semana,

Arlete Piedade



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